Como sempre foi feito a roda de dança. Era uma música atrás da outra. Uísque rodado de todas as idades, o caçulinha foi o que eu levei. Espumante desceu a Serra Gaucha direto para o RN. Cerveja quase que congelada. A cor branca da paz predominava o ambiente.
Vou parar de falar da festa para contar alguns "causos" isolados de personagens da festa:
Neto, Mércia, Mary Dias e Aécio foram a um restaurante francês de frutos do mar exóticos em Fortaleza. Ambiente luxuoso, o jantar custou mais de trezentos reais por cabeça, coisa de primeiro mundo.
A mesa francesa perfeita, com talheres de prata postos na seqüência e os quatro “paraibas” (tudo mundo que nasce entre Pernambuco e a linha do Equador é Paraíba) satisfeitos.
Mary Dias que teve uma educação culinária perfeita, acostumada a comer rapozinha (Mistura de arroz, feijão e paçoca que tem uma formato perecido com um bolo fecal) feita por Taninha e a Veia Zefa, delirava com a explosão de sabores.
Quando o Chef foi a mesa para saber como tinha sido a refeição, Neto curioso pediu para saber como ele tinha feito um determinado prato. O sujeito com o sotaque carregado explicava que tinha entres outras coisas ervas fina e manteiga de primeira qualidade.
Mary muito entendida logo disse: Manteiga Itacolomi de lata.
O chef abusado cortou dizendo que Itacolomi é uma manteiga popular.
domingo, 2 de janeiro de 2011
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Nao tive a ousadia de citar a Itacolomi, mais confesso que pensei a mesma coisa de Mary, que esta hoje em Barcelona, enquanto ....
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