Faleceu nas primeiras horas de hoje o cachorro Popó, cão de guarda lá de casa. Vítima de câncer de pâncreas e fígado, o animal vinha convalescendo há dias. Da raça boxer, era um animal calmo, quase que abestalhado, não mordia ninguém.
Ontem entramos em contato com o centro de zoonoses, pedimos um taxi dog, que iria buscar o animal hoje para o sacrifício. Mas a doença foi mais forte e o cachorro não amanheceu o dia com vida.
Popó se alimentava de ração canina, mas como a alimentação era farta, servida o dia todo, seu peso era acentuado, um cão obeso. Também era sedentário, por poucas vezes saiu para caminhar.
Morreu sem conhecer uma cadela. A única vez que tentou subiu em sentido contrário não conseguindo a penetração. Conseqüentemente não deixou filhos ou herdeiros.
Seu nome foi em homenagem ao lutador de boxe baiano, que na época do nascimento do cachorro, há onze anos, era campeão mundial de boxe. Como o cachorro era um boxer e, pelo jeito, o pessoal lá de casa é muito criativo, o cachorro ganhou o nome.
Como é um animal, não deve ressuscitar, já que a ressurreição é algo pertinente aos homens (e mulheres também). Como não teve nenhum pendor por qualquer religião, não haverá missa de sétimo dia.
Segundo sua proprietária, Tércia, o canil de Popó não será mais ocupado. Não pretende mais criar cachorro. O dinheiro investido na alimentação canina servirá agora para pagar uma empresa de segurança eletrônica.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
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estamos sofridos com a morte de popó...queriamos bem a ele...por estar sofrendo nao quero me apegar a outro...
ResponderExcluirQue besteira.
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